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PUBLICAÇÕES

Cartografias Sociais e Território

Pdf  de livro com textos interessantíssimos em português sobre cartografia crítica.

Livro organizado por Henri Acselrad com textos de vários autores que repensam a cartografia na contemporaneidade, seus usos, suas práticas potencialidades. Atenção aos textos de Jacques Levy, Thierry Joliveau, Jeremy Crampton.

livro

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Texto publicado na DiCYT, Agência de Notícias para a divulgação da Ciência e Tecnologia que forma parte do Projecto Novatores do Instituto ECYT da Universidad de Salamanca.

Web arte e cartografias digitais

O uso da cartografia na web arte destaca algumas soluções criativas que envolvem o questionamento dos atuais recursos de localização espacial

Maria Amelia Bulhões/ComCiência/Labjor/DICYT – O fenômeno da cibercultura, marca do mundo contemporâneo, caracteriza-se pelas relações socioculturais estabelecidas com o uso das tecnologias de base microeletrônicas desenvolvidas a partir dos anos 70. A origem do termo cibercultura advém de cibernética, estando ligada a um modelo conceitual baseado na ideia de conduzir, guiar ou pilotar comunicações, e sua utilização original foi para fins militares. Ciberespaço é o termo normalmente utilizado para se referir a um espaço de comunicações, utilizando a internet, que é um conglomerado de redes interligadas pelo protocolo IP, a world wide web (www). Uma rede remota internacional, que proporciona a transferência de arquivos e dados para milhares de pessoas ao redor do mundo, via computadores, mais popularmente designada como rede web.

O desenvolvimento internacional dessa rede, com sua utilização generalizada a partir da segunda metade dos anos 90, oferece aos usuários formas individualizadas de percorrer os inúmeros caminhos colocados a sua disposição, buscando encontrar os objetos de seu interesse e se conectar com seu grupo ou tribo. A arte, ao instalar-se nesse amplo e difuso conjunto de vias de informação, cria seus lugares particulares, com suas específicas relações de pertencimento. Entretanto, nem todo trabalho de arte que se encontra na internet pode ser chamados de web arte. Estes se caracterizam por serem criados especificamente com os recursos da própria rede, por existirem total e unicamente on-line e por serem realizados a partir de programas específicos de composição de páginas da internet. Um aspecto fundamental é que se trata de uma produção multimídia, que combina mídias estáticas (texto, gráficos, fotografias) com mídias dinâmicas (animação, áudio, vídeo).

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Evento que tem ganhado corpo no Brasil, importante para discutir aprodução artística envolvendo as novas tecnologias tratando do universo das mídias móveis e arte digital. Tem produzido, inclusive uma reflexão crítica e teórica propondo panoramas e discussões.

texto do site: http://www.artemov.net

O Vivo arte.mov é um espaço para a produção e reflexão crítica em torno da chamada “cultura da mobilidade”.

Ao priorizar a utilização consciente das mídias móveis, a fim de construir formas de compartilhar o saber e o conhecimento, o programa possibilita o acesso à informação e a novas práticas artísticas. Através de uma programação cultural que explora as possibilidades criativas no campo das mídias móveis e locativas, o Vivo arte.mov propicia também a inserção de experiências afins no espaço público.

Catálogo do evento em 2010

NOVAS CARTOGRAFIAS URBANAS: ARTE E TECNOLOGIA DESENHANDO UMA NOVA PAISAGEM.

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Artigo de Ricardo Castilho publicado na Revista Pro-Posições, Campinas, v. 20, n. 3 (60), p. 61-70, set./dez. 2009

Interessante para pensar como a imagem de satélite, aqui considerada uma matematização da paisagem, é um meio e instrumento para o conhecimento. Porém, não um fim em si, tais instrumentos de ação informada, racional, tecnológica são formas de representação imediatas que não substituem o conhecimento empírico local e exigem uma etapa fundamental da construção do conhecimento, a interpretação. Uma parcela do espaço não pode ser tomado como totalidade.

Resumo: A idéia central do artigo é estabelecer uma articulação entre técnica, política e epistemologia particular da Geografia, a partir de uma discussão sobre a imagem de satélite, em suas dimensões sensorial, sintáxica e semântica. Nosso propósito é contribuir para o esclarecimento do papel que a imagem de satélite desempenha não apenas como instrumento da ação informada, mas também na construção do conhecimento geográfico.

link para o artigo:

A imagem de satélite: do técnico ao político na construção do conhecimento geográfico

Artigo publicado no New York Times que evidencia a crescente utilização dos recursos da internet para a elaboração de mapas por não especialistas, fato que se configura um fenômeno de apropriação da técnica e do espaço e cria uma nova geração de “cartógrafos” que mapeiam o mundo e o seu entorno.

With Tools on Web, Amateurs Reshape Mapmaking

By MIGUEL HELFT

SAN FRANCISCO, July 27, 2007

On the Web, anyone can be a mapmaker

With the help of simple tools introduced by Internet companies recently, millions of people are trying their hand at cartography, drawing on digital maps and annotating them with text, images, sound and videos.

In the process, they are reshaping the world of mapmaking and collectively creating a new kind of atlas that is likely to be both richer and messier than any other.

They are also turning the Web into a medium where maps will play a more central role in how information is organized and found.

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